quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Sobre crianças incríveis e cabeças de bagre

Valentina Schulz e Erick Jacquin (Foto: Reprodução/Facebook)

Dei uma bisoiada inicial no tal do "Masterchef Junior".

Achei divertidinho, fofinho, as crianças surpreendem pela maturidade na cozinha e tal...

Essas crianças cozinham demais, caras. Vocês não ficam estupefatos?

Eu fiquei, e muito. Não saco nada de cozinha. Esses pivetes se garantem.

Ainda mais que eles possuem todo o potencial inerente a uma criança. Curiosidade, concentração, vontade de aprender e de melhorar...

Mais maduros do que muitos dos adultos que participaram das edições anteriores.

Muito lindo ver esses gurizinhos e gurizinhas trabalhando.

E, acima de tudo, é bom que se frise uma coisa:

A cozinha, assim como toda atividade infantil, deve ser, acima de tudo, divertida e prazerosa para a criança que pratica.

Nunca deve ser uma exigência e nunca se deve colocar uma carga emocional sobre ela.

Levo esse tipo de máxima para toda a sorte de atividade possível. Futebol, Kart, enfim, qualquer tipo de atividade.

Isso estimula a produtividade, a alegria e efetiva o potencial criativo e a habilidade.

Enfim.

Mas como nem tudo são rosas...

Também entendi melhor a questão da pedofilia.

Fiquei lamentavelmente surpreso ao ver esse tipo de coisas acontecendo.

Esse tipo de perversão, gente... É repugnante, imoral, destrutiva, dolorosa, detonadora.

A Valentina? É bonitinha, fofinha, OK.

Acima de tudo, é uma CRIANÇA. Metam isso nas suas cabeças de bagre.

Respeitem a condição de inocência à qual toda criança tem direito enquanto está em formação.

Em hipótese NENHUMA se flerta com uma criança. Ainda mais desse jeito, descarado e totalmente desfraldado.

Lamentável. Simplesmente ridículo.

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